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SOFTBOL

Publicado  quarta-feira, 19 de outubro de 2011





SOFTBALL



Softbol é uma versão mais leve do baseball. Este esporte foi criado em 1887 pelo americano George Hancock, com o intuito de permitir a prática do baseball em ginásios cobertos.
O softbol é um desporto muito parecido com o beisebol, sendo as regras praticamente as mesmas. As principais diferenças entre o softbol e o beisebol são as dimensões da bola (maiores no softbol), as dimensões do campo (menor do que o de beisebol) e o tempo dejogo (que é de sete entradas no softbol, em vez de nove). Além disso, o lançamento no softbol é completamente diferente, tem de ser feito por baixo, junto à anca. Outras regras menos expressivas como o roubo de bases e a mecânica das substituições de jogadorestambém diferencia estas modalidades. Em termos de alta competição o softbol é maioritariamente praticado por equipas femininas.
O objectivo do softbol, tal como o do beisebol, é marcar o maior número possível de pontos (“corridas”) para vencer o jogo.
É um esporte Olímpico desde 1996.
Regras e fundamentos básicos do softbol:
  • As regras do softbol no geral são iguais as do baseball, com algumas modificações, que são:
  • O arremesso tem que ser feito com um movimento com o braço de baixo para cima (com o punho, abaixo, e o cotovelo obrigatoriamente alinhados verticalmente), e não de cima para baixo, como faz um pitcher de baseball;
  • A bola utilizada no softbol é maior que a do baseball, sua circunferência mede 30,4 cm;
  • Também é diferente a dimensão do campo no baseball a área de jogo tem raio de 68,58 m e a área de jogo do softbol tem raio de 60,96;
  • O softbol tem somente 7 innings;
  • A corredora tem que ficar na base até a arremessadora arremessar a bola;
  • As bases são duplas para evitar o choque entre as jogadoras, uma base é da defesa e a outra é do ataque, a base que precisa ser conquistada pela corredora é de cor alaranjada; a que precisa ser tocada pela jogadora de defesa é branca.

REMO

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REMO



O uso do barco a remo acompanha a história humana desde que o homem desenvolveu esse método de locomoção sobre as águas. Como modalidade esportiva, ganhou seus primeiros contornos em meados do século XIX. No Brasil, e mais especificamente nas cidades de São Paulo e do Rio de Janeiro, o Remo é um esporte que ficou bastante famoso e ganhou muitos adeptos no início do século XX, quando os rios ainda eram limpos.

O remo é um tradicional esporte nos Jogos Olímpicos, presente desde os primeiros jogos. Foi organizado a partir do século XIX e é muito comum em universidades inglesas.
Tem como característica a sua velocidade, praticado em barcos estreitos, nos quais os atletas se sentam sobre bancos móveis, de costas voltadas para a direção do movimento, usando os remos para mover o barco o mais rápido possível, em geral em rios de água doce (rios, lagos, ou raias construídas especialmente para a prática da modalidade), mas também no mar.
Pode ser praticado em diferentes categorias de barcos: para uma pessoa, duas, quatro, oito ou até mais. Cada remador pode conduzir o barco utilizando um ou dois remos dependendo do tipo de barco. Alguns ainda podem ter a presença de um timoneiro responsável por dar a direção e o ritmo da remada aos atletas.
O remo é um esporte muito completo, quer do ponto de vista dos grupos musculares envolvidos, quer do ponto de vista da demanda fisiológica que supõe. Na verdade, trata-se de uma prática de resistência e força (aquilo a que os anglo-saxónicos chamam de “power-endurance sport”), ou seja, exige níveis muito elevados de força muscular e de resistência à fadiga.
Assim, os remadores são, usualmente, muito fortes e bem musculados e possuem uma elevada capacidade aeróbic. A combinação destas duas características confere-lhes uma capacidade física singular, senão única.
Um aspecto interessante do remo é que tende a selecionar os atletas mais altos e com membros mais longos, porque conseguem mais facilmente obter um padrão de exercício de força continuado e prolongado na água (remada mais ampla). Assim, é raro encontrarmos, por exemplo nas finais olímpicas, remadores com menos de 1,90m de altura, havendo mesmo muitos com mais de 2,00m. Dada esta característica do remo, criou-se a categoria de pesos ligeiros, para possibilitar a prática competitiva do remo a homens e mulheres mais próximos do padrão normal da população.
Os atletas no remo:
* Voga: aquele que dá o ritmo ao barco, o que não tem ninguém à sua frente
* Proa: atleta mais próximo da proa do barco, responsável pelo equilíbrio.
* Sota-Voga: aquele que está imediatamente atrás do Voga, responsável pela voga do outro bordo
* Sota-Proa: aquele que está imediatamente antes do Proa.
* Timoneiro: o que comanda o barco e controla o leme
* Meia nau: conjunto de atletas do meio do barco
Tipos de barcos:
Olímpicos: skiff, double scull, dois sem timoneiro, quadri scull, quatro sem timoneiro, oito.
Não olímpicos: yolle de 4, yolle de 8, dois com 2+, quatro com 4+.
Termos do remo:
* Ataque: quando o remo entra na água.
* Final/Safe: quando o remo é retirado da água.
* Leva: parar de remar e deixar o remo no ar permitindo ao barco continuar o seu movimento.
* Pá de chapa/Patilhar: a pá do remo em contato com a água, em posição paralela.
* Pega: aumentar a força e cadência da remada.
* Cia: remar ao contrário, fazendo o barco andar para trás.
* Remos à ré: posição inicial (normalmente com os remos na posição vertical).
* Bombordo: o lado direito dos barco (para os remadores).Também conhecido por voga.
* Boreste: o lado esquerdo do barco (para os remadores).Também conhecido por sota.
* Proa: para onde o barco se desloca.
* Popa: de onde o barco vem.



TIPO DE BARCO


SINGLE SKIFF (1X)PESO: 14 Kg.
COMPRIMENTO: 8,20mDOUBLE SKIFF (2X)PESO: 27 Kg.
COMPRIMENTO: 10,40mFOUR SKIFF (4X)PESO: 52 Kg.
COMPRIMENTO: 13,40mDOIS SEM TIMONEIRO (2-)PESO: 27 Kg.
COMPRIMENTO: 10,40mDOIS COM TIMONEIRO (2+)PESO: 32 Kg.
COMPRIMENTO: 10,40mQUATRO SEM TIMONEIRO (4-)PESO: 50kg.
COMPRIMENTO: 13,40mQUATRO COM TIMONEIRO (4+)PESO: 51kg.
COMPRIMENTO: 13,70mOITO COM TIMONEIRO (8+)PESO: 96kg.
COMPRIMENTO: 19,90m

RAQUETEBOL

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RAQUETEBOL



O Raquetebol é um esporte semelhante ao squash, é jogado em uma superfície plana e em uma quadra totalmente fechada. Cada jogador (tem partidas individuais e de duplas) utiliza uma raquete de cabeça larga com empunhadura pequena para pegar e uma bola mediana de borracha contra a parede, no solo e no teto. O Raquetebol vai estar agora no Pan-Americano de Guadalajara.

História do Raquetebol

Apesar do Wikipedia nos dizer que o criador do Raquetebol foi Bob Kendler, essa é uma inverdade. O Raquetebol foi na verdade criado por John Sobek, um tenista profissional descontente com a qualidade dos adversários que encontrava em Connecticut, nos Estados Unidos. Todos eram incompatíveis com suas habilidades. Sobek fez modificações em sua raquete para permitir saques e rebatidas de curta distância, o que tornou possível a prática em locais fechados.
O Raquetebol tornou-se popular rapidamente, e em 1968 foi criada a IRA – International Racquetball Association, logo o esporte ganhou torneios com estruturas bem definidas e um conjunto de regras consistentes.
Já em 1980, o raquetebol se tornou um dos esportes mais seguidos em toda a América do Noirte. O primeiro campeonato mundial de Raquetebol ocorreu em 1981, inaugurando uma nova era e prestígio para o esporte.
Desde então o Raquetebol vem evoluindo, e já está em todos os continentes, sendo praticado em cerca de 91 países diferentes.

raquetebol esporte Raquetebol   História, Regras e Como JogarO Raquetebol

O raquetebol tem o mesmo preceito do squash: há uma quadra retangular, com um paredão e o objetivo e jogar uma bola fora do alcance do adversário, utilizando-se uma raquete. As diferenças estão das dimensões da quadra, raquete e bolinha, que quica muito mais alto no caso do raquetebol. No squash, ela praticamente não pinga, uma comparação que poderia ser feita utilizando uma bola de futebol e outra de futsal.
As diferenças, contudo, não param por aí. Mais disseminado na sociedade brasileira e com academias e quadras em maior número, o squash tem confederação e filiação ao COB (Comitê Olímpico Brasileiro). Mais embrionário, o raquetebol ainda não possui representação no comitê e se arrasta com uma entidade independente, chamada ABR (Associação Brasileira de Raquetebol) e que tem Pedro Santos como presidente.

Como jogar

O Raquetebol é disputado em uma quadra fechada, que respeita os critérios estabelecidos pelas federações que organizam as competições. Há especificações até para as luvas protetoras que os atletas usam. Óculos protetores são obrigatórios. Os jogadores têm que projetar a bola contra uma parede e evitar que ela, ao retornar, toque duas vezes o chão.
raquetebol Raquetebol   História, Regras e Como Jogar
raquete raquetebol Raquetebol   História, Regras e Como JogarO raquetebol pode ser disputado por dois ou quatro jogadores, que têm que atirar a bola contra a pareder, usando uma raquete. Como no tênis, a partida é dividida em sets; quem vencer dois seguidos, é declarado o vencedor. Em caso de empate, um terceiro set determina o triunfo de uma das equipes.

Regras

O Raquetebol é jogado por dois ou quatro jogadores. Quando é jogado por dois, é chamado Simples e quando o é por quatro , Duplas. Uma variação não jogada em torneios, onde participam três jogadores, é chamada Triplo…
Para ler as Regras do Raquetebol na íntegra acesse:http://raquetebolbrasil.vilabol.uol.com.br/regra.html

PELOTA BASCA

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PELOTA BASCA




O jogo de bola grande, pequena ou média, existiu sempre no mundo? É difícil de invalidar esta hipótese, visto que em toda parte existem vestígios deste ponto em comum: a bola ... Conseqüentemente, a bola, seja ela de resina, de couro, de fibras de palma, de madeira ou de cobre, jogada com os pés, a mão ou com a ajuda de algum tipo de instrumento, tem dado lugar sempre às diversões populares, jogos e frequentemente às apostas". (Le Flochmoan: "O Gênesis dos Esportes".)
Ao contrário de outros esportes mais recentes, a existência de jogos diferentes e variados de bola data de muito tempo atrás. A denominação de "jogo de bola" ou "para jogar a bola" não é um conceito univocal que fale sobre uma determinada especialidade do esporte. São muitas as culturas e os países que praticaram algum tipo de jogo de bola.

De fato, quase todos os esportes atuais cujo elemento básico constitui uma bola têm como ancestral alguma modalidade de um jogo de bola da antiguidade. Mas apesar da abundante literatura existente, esta não nos ajuda a esclarecer o panorama. A falta do rigor científico em muitas das investigações, a profusão de nomeações de "autoridades presumidas" na matéria, a generalização abusiva dos dados e da confiabilidade duvidosa nos casos, contribuíram para escurecer o esplêndido panorama a que, durante todo os séculos, os diferentes jogos de bola deram forma. Sendo assim, se algo pode caracterizar os jogos de bola é sua riqueza e diversidade.
Concordamos que para o objetivo desse texto existe a necessidade de limitar o que compreendemos por bola ou esportes de bola. Ou de esclarecer sobre quais especialidades ou modalidades de bola estamos nos referindo (no restante do texto passaremos a nos referir a bola como pelota).


Quadra oficial de Pelota Basca
Em uma quadra (foto acima) toda cercada por paredões, a pelota basca pode ser jogada tanto no modo simples (um contra o outro) como em duplas.

Cesta do jogo de Pelota Basca - Cesta Punta
Com uma cesta (foto acima) em forma de trilho, cada jogador ou dupla deve jogar a pelota (bola) contra um frontão, que são duas paredes que formam um ângulo de 90 graus, acima de uma linha que varia de 90 centímetros a 1 metro do chão. Ao voltar, a pelota pode picar apenas uma vez no chão tendo que ser pega pelo adversário, caso contrário, ele sofre um ponto. A partida no simples é disputada até 25 pontos enquanto nas duplas a partida encerra em 35 pontos.

Jogo Pelota Basca Cesta Punta
O jogo de pelota basca, que já fez parte das Olimpíadas de 1900, em Paris, na França, é considerado um dos mais velozes do mundo, pois a pelota (bolinha) de 125 gramas pode chegar a uma velocidade incrível de 300 Km/h.

Pelota Basca Mano (jogado apenas com as mãos)
Importante ressaltar que existem outras modalidades de Pelota Basca. A que estou explicando acima é a modalidade Cesta Punta. As outras modalidades existentes são: Joko Garbi, Mano (foto acima), Share, Pala Corta, Paleta Cuero, Paleta Goma e Frontenis.


5. COMPETIÇÔES DE PELOTA

A importância dos desafios entre os pelotaris, alguns dos quais entraram para a história, geraram relatos precisos de onde temos as primeiras notícias históricas fidedignas da prática da pelota, podemos mencionar entre eles: o desafio de Hernani (1720) entre navarros e guipuzcoanos, o de Bayona (1755) entre vasco-franceses, o de Cartagena, e no mesmo ano, entre navarros e levantinos, o de Leiza, em Navarra (1759), e muitos outros. Em todos as crônicas emfatizam o ambiente popular e festivo em que eram celebrados, a relevância do acontecimento, as grandes apostas que foram feitas entre aqueles a favor de um lado ou do outro, e outros detalhes engraçados. Infelizmente, pouco podemos obter destas referências para reconstruir o tipo de jogo que se praticou e como se desenvolveu.
Estamos em pleno século XVIII e o jogo de pelota por antonomasia era o "jogo renuncía" com luva ou laxoa. Salvo as figuras históricas de Perkain, o pelotari dos Aldudes, Arantza, Simón, Indart, etc, pertencentes à última década do século, em tempos mais recentes - no último terço do século XIX nos encontramos com o começo do profissionalismo, que vai se formando paralelamente a proliferação dos desafios e dos confrontos entre pelotaris de renome como da reputação de "Chiquito de Azcoitia", "Pola" de Marquina, "Bisimodu", padre Laba, "Paysandú" e o gênio da eplota: "Chiquito de muitos cronistas representaram o ponto mais alto do pelotarismo.  
Na última década do século XIX e nos vinte primeiros anos do século XX assistimos à implantação de empresas de profissionais, a consolidação das modalidades mais representativas da pelota: mano, pala, remonte e cesta punta, à expansão do pelotarismo pelo mundo inteiro.
A partir dos anos vinte, e de forma um tanto esporádica, se organizaram os torneios e campeonatos de mano, remonte e pala entre os pelotaris profissionais. No ano de 1924 se apresentou a pelota como esporte de exibição nos jogos olímpicos de Paris. A relevância deste evento acelera o processo de configuração da Federação Internacional de Pelota Vasca (FIPV) (1929-30), cuja atividade competitiva não começará até 1952 com o celebração do primeiro Campeonato do Mundo de Pelota. No campo amador as competições começam em 1925, data de constituição da Confederação Espanhola de Pelota Vasca. São incluidas as modalidades de mano (duplas), pala, remonte e cesta punta. Participam as federações das pronvíncias de Álava, Aragón, Castilla, Catalu�, Guipúzcoa, Navarra, Salamanca e Vizcaya.
Após o parênteses da guerra civil, em 1940 recomeça a atividade federativa e com ela a competição, continuando sem interrupção até hoje. Se introduziu a modalidade de mano (individual) e a especialidade de pala corta. Nasce assim o Torneo de Federaciones, a competição mais importante do panorama amador que é desenvolvido pelo sistema de liga de duas rodadas e nos níveis de primeira e segunda categorias. As quatro primeiras federações classificadas em cada especialidade disputam a Copa pelo sistema de eliminação simples: semifinals (primeiro contra quarto e segundo contra terceiro) e a final: vencedores de ambas as partidas que disputam o título. A federação que mais títulos obtêm se proclama campeã.
Na década de 60 um grande desenvolvimento da atividade competitiva ocorre. Nascem os campeonatos nacionais (juvenil e de clubes), em primeira e segunda categoria. Se multiplicam os torneios comerciais e regionais: Torneo Gravn (entre as federações Guipúzcoa, Rioja, Álava, Vizcaya e Navarra) na categoria absoluta, juvenil e escolar; Semana de Pelota de Gijón; Torneo San Isidro de Mano (Madrid); Torneo San Fermín Chiquito de Pala Corta e Paleta Cuero (Pamplona), etc, que são um fiel reflexo do aumento da atividade em toda a geografia espanhola.
Atualmente por causa do panorama da pelota foram modificadas as estruturas das competições existentes, adaptando-as à realidade atual, separando a mano e as com ferramenta e se criando novas competições: Campeonato Europeu de Clubes (frontão de 30m, 36m e cesta punta), Abertos da Espanha (frontenis, cesta punta, mano e ferramentas em frontão de 36 metros e trinquete). Um amplo programa de atividades que confirmam o crescimento da pelota, até agora desconhecida, que permite encarar com otimismo o futuro do esporte.



GINÁSTICA DE TRAMPOLIM

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GINÁSTICA  DE TRAMPOLIM




Ginástica de Trampolim é uma disciplina da Ginástica Artística onde o atleta executa saltos acrobáticos no Trampolim, Duplo Mini Trampolim e/ou Tumbling.
O esporte foi criado nos Estados Unidos em 1936, inspirado na cama elástica circense.
A execução nos aparelhos deve ser arrojada e harmoniosa. Nos saltos os atletas atingem a marca de até 8 metros de altura, executando saltos mortais, duplos até quádruplos mortais e piruetas das mais variadas. Uma banca de juizes avalia os competidores onde o que mais se conta é a postura e a dificuldade.
Até o ano de 1998, o esporte tinha como entidade a FIT - Federação Internacional de Trampolim, órgão responsável por promover eventos da modalidade no mundo todo.
No Brasil, o esporte estava filiado a CBTEA - Confederação Brasileira de Trampolim e Esportes Acrobáticos, sendo sua sede localizada no Rio de Janeiro e diversas Federações filiadas nos Estados Brasileiros.
A partir de 1999, a Ginástica de Trampolim foi anexada à Ginástica Artística, subordinado a FIG - Federação Internacional de Ginástica.
A Ginástica de Trampolim passou a ser um esporte olímpico recentemente. Sua aparição ocorreu nos Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000.
Esporte, que combina harmonia, destreza, equilíbrio e muita coordenação, reúne atletas de diversas idades, mas exige dedicação e muito treinamento.
O Brasil, embora sem apoio governamental, já possui a oitava posição no ranking mundial.
Até meados 2003, a Ginástica de Trampolim era chamada de Trampolim Acrobático. Esta denominação gerava muita confusão com as disciplinas de Saltos Ornamentais (modalidade aquática). Daí a inclusão do nome 'Ginástica', antes do 'Trampolim'. Acredita-se que com esta nova denominação as pessoas reconheçam mais facilmente sobre que esporte estamos nos referindo

REGRAS

Trampolim

Trampolim
Muito antes do trampolim atual, já existam ginastas notáveis de todo mundo que executavam muitas das difíceis habilidades e combinações de movimentos que são vistas hoje; as competições de trampolim modernas são bastante diferentes das de antigamente -- devido em parte pelos avanços no que diz respeito aos equipamentos, mudanças nas regras, e treinamento mais sistemático dos atletas.
Os trampolins de competição internacionais de hoje são maiores e mais poderosos que os utilizados antigamente e estão muito distantes dos "modelos fundo de quintal" que são achados ainda hoje na maioria bairros suburbanos americanos (vide EUA). Estes trampolins modernos podem propulsar tão alto os atletas treinados, que estes podem chegar a até 8 metros de altura durante as performances!
Durante duas séries competitivas de 10 habilidades cada, os atletas de nível superior podem facilmente demonstrar uma bela ordem de saltos duplos, triplos quádruplos e piruetas.

Trampolim Sincronizado

O Trampolim Sincronizado exige a mesma habilidade técnica que o trampolim individual, porém soma-se a isso uma maior precisão de tempo na execução dos exercícios.
São usados dois trampolins para dois atletas de performances parecidas que devem executar uma série de 10 elementos ao mesmo tempo.
Assim, artisticamente, cada um executa como se fosse uma imagem de espelho do outro, dobrando a beleza visual da competição de Trampolim.

Tumbling

O Tumbling é executado em uma pista elevada que impulsiona os acrobatas, proporcionando uma propulsão que pode elevá-los mais alto que uma tabela de basquetebol; sempre demonstrando velocidade, força e habilidade enquanto executam uma série de manobras acrobáticas.
Saltos mortais explosivos com múltiplos saltos e piruetas são executados sempre em busca da mais alta performance.

Duplo-Mini Trampolim

O Duplo-Mini Trampolim é um esporte relativamente novo que combina a corrida horizontal do Tumbling com os saltos verticais do Trampolim.
Depois de uma pequena corrida, o atleta salta sobre um trampolim pequeno duplamente nivelado para executar um movimento (salto) em um dos níveis, ressaltando no segundo nível, seguido imediatamente por um elemento que irá finalizar sobre o colchão de aterrissagem.
O Duplo-Mini Trampolim é semelhante em conceito a um trampolim de mergulho, porém usando um colchão em vez de água.
O Tumbling é executado em uma pista elevada que impulsiona os acrobatas, proporcionando uma propulsão que pode elevá-los mais alto que uma tabela de basquetebol; sempre demonstrando velocidade, força e habilidade enquanto executam uma série de manobras acrobáticas.
Saltos mortais explosivos com múltiplos saltos e piruetas são executados sempre em busca da mais alta performance.